Connect
To Top

Transparência: “Há mais suspeitos particulares porque as empresas, normalmente, conseguem provas as suas actividades

Francisca de Brito, directora da Unidade de Informação Financeira

Tem um papel determinante na luta contra o branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo. Francisca de Brito, uma ‘mulher de ferro’ num cargo que assume um papel muito relevante na economia nacional, dá a sua primeira grande entrevista à Rumo e explica por que razão a sua missão mexe com os agentes económicos e, ao mesmo tempo, a apaixona e faz ganhar forças todos os dias. Como é dirigir uma instituição que está a começar praticamente do nada? Foi de facto começar do nada, porque é a única instituição do género no País, mas não foi tão difícil porque começámos por fazer visitas de estudo. Dois meses depois do início de actividades, visitámos as nossas congéneres na Namíbia e na África do Sul, que acabaram por ser grandes referências. Mais tarde visitámos também a de Portugal, que, no entanto, é um pouco diferente da nossa, pois tem um cariz de polícia, e a nossa de administrativo, como as da Africa do Sul e da Namíbia. Fomos a estes países aprender o que é uma unidade de informação financeira, que tipo de áreas/departamentos tem, etc. Foi na base do contacto com as unidades existentes e de investigação que montámos a nossa Unidade.

Leia mais na edição n.º 14 da Revista Rumo

You must be logged in to post a comment Login