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Rumo, porque eu acredito

Um novo ‘Rumo’ para o país, com mais negócios, mais empreendedores, melhores práticas de gestão, mais ética e liberdade e, acima de tudo, forte determinação. Esta é a missão que move esta grande equipa, que está a erguer o grupo de comunicação social Media Rumo e que leva até si uma renovada e moderna revista de business intelligence.
Identifico-me com os empresários e os gestores nacionais, mas também com os investidores estrangeiros, que nunca deixaram de acreditar no potencial deste mercado emergente, mesmo quando a curva que traduz em gráfico a evolução dos preços do barril de petróleo não era a mais desejada nem optimista. Eu acredito num País que tem potencial, que tem pessoas com talento e muito espaço para crescer e erguer um futuro melhor. Eu acredito no País africano que, a olhos vistos, tem dado passos grandes em prol de um desenvolvimento.
É por isso que eu, em particular, e a Rumo, enquanto publicação económica de excelência, vamos estar focadas no crescimento dos projectos privados e públicos e na diverficação da economia, sem esquecer, como meio de comunicação social que é, de analisar e retirar lições dos pontos fortes e das oportunidades de cada projecto e também de apontar as debilidades, sempre que as houver e com as quais poderemos aprender. Neste exercício editorial, em que ‘o serviço ao leitor’ está acima de tudo, importa apontar ‘rumos’ para o futuro, porque o caminho faz-se caminhando. Sempre.
Os cidadãos nacionais (empresários, gestores ou não) querem, como todos nós, crescer mais, saber mais e viver melhor. Este é o lema da Rumo que se mantém vivo e activo. E é com base neste lema que se organiza esta revista, destacando as áreas dos negócios, do conhecimento e do lazer, e que o director, César Silveira, e uma vasta
equipa de jornalistas fazem chegar até si.
Crescer, saber mais e viver melhor é o meu desejo para Angola. Por isso, modestamente, quero dar o meu contributo para alcançar essa meta. Sabemos todos que o caminho nem sempre é uma via rápida alcatroada, que tem terra, curvas e algumas pedras, mas se agarrarmos cada uma dessas pedras e as formos juntando, um dia podemos mesmo construir um castelo.
Este é o nosso Rumo.

 

Rosália Amorim
Directora Executiva da Media Rumo

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