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Mais verde, menos oil. Mais rigor, melhor gestão

Temos terra e água. Falta o know-how e os equipamentos

O inquestionável potencial agrícola do País precisa de ser explorado. É urgente. Pelo menos esta é a lição que se deve tirar das consequências da actual baixa do preço do petróleo. Temos terra e água. Falta o know-how e os equipamentos. Temos o mais difícil. Precisa-se investir para transformar em verde o castanho da terra.
Os pivots (sistema de irrigação), tractores, silos e mais equipamentos indispensáveis para a agro-indústria devem ser uma realidade nos diversos hectares delimitados e transformá-los em fazendas de facto. A Rumo, na presente edição, destaca um investimento nesta direcção. A fazenda Santo António, que tem ao leme Fernando Teles, um dos rostos da banca em Angola.
Uma iniciativa que se deve multiplicar. O investimento na agricultura é um dos caminhos a seguir para que a simples alteração do preço do petróleo ou dos níveis de produção deixe de ser assunto incontornável no País. Hoje é esta a realidade.
Por isso era incontornável não trazer para a presente edição a possibilidade de o bloco 17 ser alvo de nova exploração, 23 anos depois do início da produção.
Um cenário apresentado recentemente pela operadora Total, como caminho para fazer face ao declínio da produção do que é tão somente o bloco mais produtivo do País e onde se registou há pouco tempo a produção acumulada de dois mil milhões de barris. O que se pode descobrir mais? É uma questão que se impõe.
De interrogação em interrogação. O que faz um bom líder de uma empresa de sucesso num mercado cada vez mais global? Em busca da resposta, encontra os quatro grandes pilares da liderança do futuro. É um dos destaques das páginas exclusivas dos líderes. Enquanto isso, gestores angolanos confessam as razões da não publicação dos relatórios e contas das empresas que dirigem.
Outro homem de negócios que partilha os seus conhecimentos na presente edição é Tim Vieira. “Portugal é um mercado que está estabilizado. Em Angola há tudo por fazer, há mais oportunidades. Em Portugal não há tanta margem de erro, é mais competitivo.”
É uma das frases do empresário que passa duas semanas em Angola e outras duas em Portugal na entrevista da 15.º edição da revista de business intelligence.

César Silveira
Director

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