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Negócios sem asas, em Angola

Estão projectados hotéis para alguns aeroportos

Em alguns aeroportos do mundo, esperar pelo voo deixou de ser um período de tédio. Foi substituído por horas de diversão e lazer, como resultado da resposta positiva destes aeroportos ao desafio do Conselho Internacional da Aviação de quebrar-se o conceito tradicional das estruturas aeroportuárias de local apenas para a aterragem e descolagem de aeronaves, bem como de movimentação de cargas e passageiros.
Os utilizadores têm à disposição piscinas, cinemas, serviços de restauração, centros comerciais, salas de jogos e salões de beleza. Mas estão longe de ser simples pontos de diversão e distracção. São verdadeiras fontes de receitas dos aeroportos, os chamados negócios extra actividade da aviação ou non aviation, termo em inglês que é utilizado tecnicamente no sector. O conceito é recente e em muitos países estão a dar-se os primeiros passos, mas exemplos não faltam, pois há aeroportos bem avançados. São os casos de grande parte dos que se encontram entre os 10 melhores do mundo de 2015, como, por exemplo, o Aeroporto de Changi, em Singapura, o Internacional de Incheon, na Coreia do Sul, e ainda o de Munique, na Alemanha.
A realidade em Angola está mais próxima do primeiro cenário e a ENANA, empresa gestora dos aeroportos do País, está apostada em alterar o quadro. Pretende explorar mais as oportunidades fora da exploração da aviação dos aeroportos.

Leia mais na edição n.º 15 da Revista Rumo

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