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Players reparadores de botijas, precisam-se

Quatro empresas comercializam gás butano

Sujas, enferrujadas e com as golas de segurança (parte superior) danificadas. É este o retrato de grande parte das botijas de gás em circulação no País. Uma realidade espelhada, sobretudo, pelas botijas de cor laranja, por serem as que mais circulam. Pertencem à Sonagás, empresa da universo Sonangol, e são responsáveis por uma quota de 50% do mercado.

Além da questão estética, está em causa a segurança que é crucial para o funcionamento deste equipamento. A cada clientes cabe verificar da existência ou não da argola que garante a perfeita ligação com o redutor. A ausência desta argola permite o vazamento de gás e são inúmeros os casos de pessoas que se apercebem da falta da referida argola apenas em casa.
Estes defeitos são atribuídos à falta de infra-estruturas especializadas na reparação e manutenção destas botijas. Como consequência, as empresas vêem-se obrigadas a deitá-las para o lixo quando totalmente danificadas, uma solução que aumenta o custo de produção e operação das mesmas.
O mercado de comercialização de gás butano conta com quatro empresas e distinguem-se essencialmente pelas cores. As de cor laranja pertencem à Sonagás, as azuis à Saigás, as verdes à Gastem, enquanto a Canhongo Gás tem a cor amarela.

Leia mais na edição n.º 15 da Revista Rumo

 

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