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Artur Nunes: Angolano lidera Total no Uruguai

Petrolífera francesa prepara-se para furar primeiro poço

A República do Uruguai prepara-se para engrossar o grupo de produtores mundiais de petróleo. Algumas petrolíferas encontram-se a investir na exploração. Uma questão que bem poderia passar despercebido no País se se considerar a distância de mais de 7,5 mil quilómetros que separam Angola do país sul-americano.
Produtores efectivos com níveis de produção que se aproximam dos de Angola estão mais próximos, como é o caso da Nigéria. Os dois países estão separados por cerca de 2,1 mil quilómetros e são tão-somente o segundo e o primeiro produtor da África Subsaariana, com 1,8 e cerca de 1,9 milhões de barris/dia, respectivamente. Ou seja, quando a questão é produção petrolífera, abordar a Nigéria tem sempre maior interesse comparativamente à exploração no Uruguai.
No entanto, uma outra questão justifica a viagem aérea de cerca de 12,62 horas (94,66 horas de carro a uma velocidade constante de 80 km/hora) para falar do sector petrolífero daquele país sul-americano. A liderança de um angolano na empresa que se prepara para furar o primeiro poço, depois dos dois efectuados pela Chevron em águas rasas, nos anos 70.
Artur Nunes, o primeiro angolano a desempenhar o cargo de director-geral de uma filial da petrolífera francesa Total, no caso, da Total Uruguai EP, explica que os furos da Chevron foram efectuados em “temáticas completamente diferentes” da actual.
“A Total EP Uruguay é uma filial de exploração que se está a preparar para perfurar um poço em águas ultraprofundas, mais de 3000 m, a 200 km da costa, com condições meteorológicas oceânicas rudes, num país sem indústria Oil & Gas. Há muito trabalho por fazer.

Leia mais na edição n.º 16 da Revista Rumo

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