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O angolano à frente da Coca-Cola em África

O mercado angolano de bebidas vale 2 mil milhões USD

Artur Miranda é director regional das operações na África Subsariana. Nasceu em Angola, fala do País que é o terceiro maior da região a consumir a bebida e antecipa a estratégia de crescimento da marca.

O que representa para a Coca-Cola a comemoração dos 100 anos da garrafa original do refrigerante?

A Coca-Cola, curiosamente, começou como um produto para tratar dores do estômago, no século XIX. Alguém descobriu que adicionando um pouco de açúcar, gás e ácido cítrico ficaria uma bebida muito boa. No início só era vendida nas farmácias. A garrafa veio dar à Coca-Cola a expansão para um produto comercial. Durante anos procurou-se por algo que fosse icónico e ficou-se por aquele desenho atractivo que quando agarrado dá impressão que se está a agarrar a cintura de uma senhora. Ela, de facto, foi desenhada pensando no corpo feminino. E a garrafa passou a fazer também parte do produto. Ao fazer 100 anos pensamos que era altura de celebrar porque não há muitas empresas no mundo que possam festejar tantos anos. São poucas as empresas que resistem tanto tempo e são das maiores do mundo.

Qual a ligação entre a garrafa e Marilyn Monroe? Ela e a garrafa ficaram associadas nos anos 60, e muita gente pensa que o desenho da garrafa foi inspirado no corpo da Marilyn Monroe, mas não foi assim. A última versão sim. A garrafa foi evoluindo, foi sendo ajustada e a última versão foi reflectida e pensando a partir do corpo dela porque era uma mulher bonita, elegante, um verdadeiro sex symbol.

Leia mais na edição n.º 17 da Revista Rumo

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