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Jamie Dimon: Provavelmente o melhor banqueiro do mundo

Dimon é um dos mais influentes financeiros do planeta

O êxito global do Citigroup e do JP Morgan Chase tem a mão de Jamie Dimon, um dos mais influentes financeiros do planeta e um dos raros CEO da banca que atingiu o estatuto de multimilionário.
No dia em que saiu do Citigroup, em Novembro de 1998, Jamie Dimon disse a um colega: “Nunca mais vou trabalhar para ninguém.” O até ali presidente do banco norte-americano, um dos quatro grandes dos Estados Unidos – com JP Morgan, Wells Fargo e Bank of America –, tinha motivos para o amargo desabafo: fizera do Citigroup um caso de sucesso e agora era empurrado para fora pelo seu amigo e mentor Sandy Weill, que vira o óbvio talento de Dimon para a finança e o recrutara logo à saída da escola, no caso a Harvard Business School. Como protegido de Weill, um dos grandes nomes da banca norte-americana e amigo da família Dimon, Jamie encetou uma carreira que o levaria até ao Olimpo dos banqueiros e o tornaria num dos mais influentes financeiros do mundo e, pelo menos na óptica da Casa Branca, um dos homens que, durante a crise financeira de 2008, salvou o dia.
A história é contada no livro Last Man Standing: The Ascent of Jamie Dimon and JP Morgan Chase, de Duff McDonald. Na manhã de 18 de Setembro de 2008, em plena crise, Jamie Dimon, já CEO do JP Morgan, recebeu um telefonema de Hank Paulson. O secretário do Tesouro durante o segundo mandato de George W. Bush tinha uma pergunta simples e directa a fazer-lhe: estaria interessado em ficar com o Morgan Stanley a custo zero?

Leia mais na edição n.º 18 da Revista Rumo

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