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Lições tiradas do abrandamento económico servem para 2016

As lições tiradas do abrandamento no crescimento económico que o país enfrenta em consequência da baixa de preços do petróleo, principal produto de exportação, no mercado internacional, vai servir como “ferramenta de trabalho” para o próximo ano.

A afirmação foi feita pelo ministro da Geologia e Minas, Francisco Queiroz, quando falava à imprensa, após ter ouvido na Assembleia Nacional a mensagem do Chefe de Estado angolano sobre o Estado da Nação.

“A prioridade nesta fase, segundo o que orientou o Presidente da República, na mensagem, está ligada a questões de natureza social, entre as quais, relacionadas com a água, luz, saúde e educação”, salientou o ministro.

Francisco Queiroz considerou uma chamada de atenção o apelo feito na mensagem do Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, à nação, sobre o reenquadramento dos ex-militares.

Segundo o governante, a “mensagem forte que deixou é que não haverá recessão. Haverá apenas um ligeiro abrandamento do crescimento”.

É um dado a reter, disse o também governante, mas da pasta de Energia e Águas, João Baptista Borges.

Quanto a incidência da mensagem em alguns aspectos do sector de energia e águas, João Baptista Borges afirmou que a perspectiva é a conclusão dos grandes projectos estruturantes.

Entre os projectos estruturantes do sector apontou a construção da barragem hidroeléctrica de Lauca, a ampliação da barragem de Cambambe, no Cuanza Norte, a edificação da central do ciclo combinado do Soyo, na província do Zaire, bem como a continuação da execução dos programas municipais de abastecimento de águ

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