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Projekta 2015, a construção para além da crise

“As situações de crise estimulam a imaginação”, palavras do secretário de Estado da Construção na abertura oficial da Projekta/2015, Feira Internacional de Equipamentos e Materiais de Construção Civil, Obras Públicas, Urbanismo e Arquitectura, que arrancou no último dia 22 e encerra hoje, domingo, em Luanda.

A construção civil é um sector que se desenvolve de forma irregular. Globalmente, a tendência é de abrandamento, ainda assim, os projectos multiplicam-se por todo o País numa inequívoca dinâmica de desenvolvimento das obras públicas, muitas delas de financiamento misto.

A construção de grandes edifícios, estradas, barragens, pontos e aeroportos suporta uma visão mais optimista. E antes que se pense que a
ideia de crise está arredada deste cenário, é bom esclarecer que não. A crise passa pela construção e é uma realidade admitida por todos – entidades oficiais e investidores privados.

Essa foi, justamente, uma das mensagens que o secretário de Estado da Construção, António Teixeira Flor, passou no seu discurso de inauguração.
“As situações de crise estimulam a imaginação, aguçam o engenho e levam-nos a procurar soluções para lhes fazer frente. Face à alteração do quadro
macroeconómico do País, os angolanos precisam de conhecer as grandes opções estratégicas do Executivo, para atenuar os efeitos perversos do
actual estado financeiro e reanimar a economia”, disse Teixeira Flor.

Diríamos mesmo que, por estes dias, à ideia de diversificar se junta a ideia de a reanimar. Bruno Albernaz, CEO do Grupo Arena, empresa líder na organização e produção de feiras e eventos, e que acompanha muito de perto esta reanimação da economia, sector a sector, falou com o Mercado, uma entrevista que publicaremos online hoje (25).

Por: Líria Jerusa (texto), Carlos Muyenga (fotografia)

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