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Imobiliário: Expansão atrelada ao desenvolvimento do País

O programa de reconstrução nacional começou em 2002

O crescimento imobiliário acontece à medida do crescimento do País. Os primeiros sinais de intervenção privada, no âmbito de uma das primeiras parcerias público-privado (PPP) no sector, ocorreram no início da década de 90, com o surgimento de Talatona, Luanda, e o boom dos condomínios. A decisão do Estado de mudar o modelo económico para uma economia de mercado permitiu a intervenção privada na construção de escritórios.
Até 2002, a expansão do sector imobiliário continuava afectada pela guerra civil. Nesse ano inicia-se o programa de reconstrução nacional, que trouxe ao País construtoras portuguesas, brasileiras, norte-americanas, israelitas e uma forte presença de chinesas, que reconfiguraram o sector da construção e do património imobiliário do País. Há que considerar o contributo dos bancos comerciais no franco crescimento do sector entre os anos de 2009 e 2014.
A banca comercial e outros sectores, como a indústria transformadora, construção e serviços, apesar do abrandamento do crescimento económico do País e da queda do preço do barril do petróleo (sendo responsável por 75% das receitas fiscais), foram os principais dinamizadores da construção de novos imóveis (residenciais, comerciais e escritórios) no País e principalmente na capital, no centro de Luanda, nos últimos sete anos.
Desde 2012 que o sector imobiliário teve, na maior parte dos segmentos, de sofrer ajustes nos preços, existindo, contudo, alguns segmentos em que os preços subiram em função da inflação a dois dígitos e da escassez de dólares. Quanto a 2015, tudo tem estado a depender da evolução do preço do petróleo.

Leia mais na edição n.º 19 da Revista Rumo

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