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Seguros: Sector ainda tem muito para inovar

O mercado segurador está em franco crescimento

O índice actual de penetração dos seguros sobre o PIB é de apenas 1%, o que demonstra haver espaço para o crescimento do sector com o surgimento de novos produtos e novas empresas seguradoras.
A actividade de seguros no País surgiu no ano de 1922, com a instalação de uma filial da Companhia de Seguros Ultramarina, de Portugal. Em 1948 foram criados os Serviços de Fiscalização Técnica da Indústria de Seguros em Angola, tendo mais tarde evoluído para a então Inspecção de Crédito e Seguros.
No final do período colonial, o mercado de seguros nacional era explorado por 26 seguradoras, cuja estrutura no mercado tinha a seguinte composição: 22 companhias de seguros portuguesas e quatro companhias não portuguesas. Do conjunto das empresas lusas, oito tinham a sua sede na capital de Angola.
A carteira global do mercado situava-se, na altura, à volta de um milhão de contos portugueses e o leque de garantias oferecidas era sobretudo direccionado para a protecção da economia colonialista.
Com a independência de Angola, houve necessidade de revitalizar o mercado interno de seguros. Com efeito, a 18 de Fevereiro de 1978 foi fundada a Empresa Nacional de Seguros e Resseguros de Angola (ENSA), na altura sob a forma jurídica de unidade económica estatal, mas hoje transformada em sociedade anónima.
Durante o período de 1978 a 2000, a ENSA manteve-se numa situação de monopólio do mercado segurador, altura em que a Assembleia Nacional aprovou a Lei Geral da Actividade Seguradora, tendo depois entrado no mercado, até ao ano de 2010, cerca de nove empresas seguradoras.
O mercado segurador está em franco crescimento e actualmente conta com 17 seguradoras licenciadas, com negócios avaliados em mil milhões de dólares por ano.

Leia mais na edição n.º 19 da Revista Rumo

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