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Turismo: A indústria que cresce com a paz

Até 2020, Angola deverá chegar aos 4,6 milhões de turistas

O turismo é o “petróleo verde” que Angola deverá definir como aposta estratégica para a diversificação da economia nacional.
Ao olhar para o sector hoteleiro passados 40 anos após o alcance da independência política, facilmente se compreende o adágio “Turismo, a indústria da paz”. Este segmento, que pouco antes de 1975 dispunha de apenas 57 unidades por todo o País, sendo que 54% destas se concentravam em Luanda, Huambo, Huíla e Benguela, regista hoje uma evolução tácita que o classifica como um dos sectores que mais cresceu.
Importa recordar que no período de 1975-1988 mais de 90% das unidades hoteleiras e similares do País foram abandonadas pelos seus antigos proprietários.
Desde a proclamação da independência até 1977 a gestão do activo hoteleiro, restauração e similares esteve a cargo da Secretaria de Estado do Comércio e Turismo, que, devido a ineficiência da sua actividade, foi extinta. Nasce assim o Ministério do Comércio Interno, que no seu estatuto orgânico insere a Direcção Nacional do Turismo e Hotelaria.
Desde então começaram a ser dados os passos para o desenvolvimento deste sector. Em 1978 iniciou-se o processo de criação de empresas hoteleiras de âmbito provincial (as emprotéis), totalizando em 1983 19 empresas do género.
O acervo histórico do sector revela-nos que em Luanda foi criado a ANGHOTEL – U. E. E., a princípio de âmbito local, mas depois alargou-se a área de acção abrangendo Cabinda, Huambo, Huíla, Malanje e Benguela.

Leia mais na edição n.º 19 da Revista Rumo

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