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A nova era das universidades com qualidade

Hoje estudar no estrangeiro continua a ser o objectivo de muitos

Se ainda não é total, falta pouco. Com mais alguns investimentos, muito pouco mesmo, passa a ser definitivamente parte do passado a realidade vivida de forma muito acentuada entre os anos 80 e o primeiro quinquénio de 2000. Ser estudante universitário no País era uma oportunidade para poucos face à fraca oferta. Até 1999, Angola tinha apenas uma universidade, no caso a Universidade Agostinho Neto.
Como resultado, a conclusão do ensino médio representava o fim da carreira académica para muitos e para alguns, o princípio de uma nova experiência: estudar fora do País. Duas opções. Ou beneficiando de uma bolsa de estudo: Cuba, Rússia e ou Alemanha eram os principais destinos. Ou por conta da capacidade financeira dos pais, o que também determinava o país. Portugal destacava-se entre as opções, mas os países referência mundiais em termos de ensino também fazem parte do percurso. Hoje, estudar no estrangeiro continua a ser o objectivo de muitos, mas a razão deixou de ser a quantidade em falta no País. Querem a qualidade. Esta que a Rumo tenciona ajudar a construir.
Na presente edição, a partilhar a experiência académica de executivos com sucessos. Relatam o que aprenderam nos
respectivos percursos académicos e isso pode ser absorvido pelas instituições do País. Histórias inspiradoras. Da administradora que começou aos 12 anos, ganhou 30 livros, e ainda da que aos 13 contrariou a decisão, apanhou surra e falsificou a assinatura dos pais para ir a Cuba. Ainda a do administrador que, depois de três meses a estudar num instituto superior técnico português, reprovou o modelo e seguiu para os Estados Unidos da América. “Onde estuda o talento nacional” é o tema de destaque da presente edição, onde pode ler ainda uma entrevista a Vítor Ribeirinho, da KPMG, e um perfil de El-Badri, o rosto da OPEP.

César Silveira
Director

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