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Endiama resgata acervo de mais de 100 anos

A Endiama ganhou o direito sobre a documentação de prospecção de um período de cerca de 100 anos como resultado do acordo extrajudicial com Sociedade Portuguesa de Empreendimentos, SPE, sobre o diferendo das partes na Sociedade Mineira de Catoca.

“O acordo extrajudicial que fizemos com a SPE trouxe vantagem a ambas as partes. Resumidamente, podemos dizer que SPE cede a favor da ENDIAMA todos os seus activos em Angola e também o acervo geológico que detém em Portugal, toda aquela documentação que reflecte a prospecção que a Diamang fez no território nacional durante todo o período colonial e nós devemos pagar o valor correspondente a todas essas acções”, explicou o PCA da Endiama Carlos Sumbula.

Além dos 49% das participações da SPE na sociedade mineira de Lucala e do acervo geológico, a Endiama pelo pagamento de 130 milhões de dólares terá o direito ainda aos 24% que a portuguesa detinha na minas de Calonda, bem como os 4,9% que no Camutue.

O diferendo entre a Endiama e a SPE iniciou em finais de 2010 devido a incumprimento nos acordos na Sociedade Mineira de Lucala onde detinham 51% e 49%, respectivamente.

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