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Pratas Topázio chegam a Angola

A Rumo revela, em primeira mão, que a marca assinala os 140 anos de história e tradição com a entrada no País com colecção de peças de assinatura de artistas e designers.

A moda da prata extravasou a intimidade familiar e chegou há muito às empresas, que hoje, sobretudo nas salas de reuniões e nos salões para recepções, exibem cada vez mais artigos decorativos feitos neste material precioso.

A Topázio é uma das mais antigas empresas que cria, fabrica e cuida das pratas. Ano após ano, tem recebido cada vez mais encomendas com selo nacional, o que levou a marca a decidir agora, em 2016, entrar directamente aqui no mercado, em Luanda. Uma informação avançada em exclusivo à Rumo pela chairman da empresa, Rosário Pinto Correia. “Será lançada oficialmente no segundo trimestre deste ano, e esse momento será assinalado com um evento. A marca chega ao País pela mão da empresária Tchissola Mosquito.”

Em termos de rede de vendas, a marca tem uma loja exclusiva no Hotel Altis, no centro de Lisboa, e outra na própria fábrica, que fica em Gondomar, no Norte de Portugal, e conta ainda com mais de 500 pontos de venda dispersos por esse país. De cá, de Luanda, tem recebido encomendas directas de clientes e empresas e irá instalar-se este ano de forma mais permanente.

A Topázio definiu três grandes objectivos para este ano: rejuvenescer a marca, inverter o impacto das tendências económicas e aumentar a internacionalização. Angola surge no âmbito dessa estratégia e Israel é um mercado em estudo, para onde já faz significativas vendas, assim como a China e Singapura. “Identificámos três grandes zonas de aposta para a Topázio: Estados Unidos, onde a comunidade judaica é muito forte e onde há potencial para crescer dentro e fora dessa comunidade, até porque os americanos valorizam muito a prata; depois o mundo árabe, incluindo o Azerbaijão e o Irão, e, em África, Angola.”

A marca faz ainda taylor-made, ou seja, “peças à medida do cliente, em que muitas vezes nos pedem para gravar o nome, iniciais, brasão ou logótipos”, conta a gestora. Estas peças podem demorar quatro a oito semanas a serem produzidas pelos 70 colaboradores.

Uma boa parte do tempo desta equipa é dedicada ao fabrico de faqueiros, em que os mais caros, todos em prata, têm preços de 13 mil a 20 mil euros (14 mil a 22 mil dólares). Se foram faqueiros apenas com banho de prata, custam entre 2500 euros e seis mil euros (2750 a 6580 dólares), e se forem fabricados em aço prateado o valor desce para 1500 euros a dois mil euros (1650 a 2200 dólares).

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