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O novo “astro” da TAAG

É um Boeing 777-300ER e recebeu o nome de ‘Iona’, o nome do Parque Nacional do deserto do Namibe.

As Linhas Aéreas de Angola (TAAG) acabam de reforçar a sua frota com a chegada domingo, 1 de Maio, do novo Boeing D2-TEJ, 777-300ER, que recebeu o nome de Iona, o novo ‘astro’ é uma homenagem ao Parque Nacional com o mesmo nome na província do Namibe. A nova aeronave faz parte das últimas aquisições da TAAG à Boeing – um conjunto de três aviões previstos até 2017.

As três aeronaves estão avaliadas em três biliões e 500 milhões de Kz cada (183 milhões USD), através de um financiamento de um “colégio” de bancos, onde se destaca o Hong Kong and Shangai Banking Corporation (HSBC), liderado pelo português António Simões, mediante fundo de garantia do estado angolano. O novo Boeing 777-200 ER, constitui um reforço para consolidação e aumento da rede de rotas da companhia aérea nacional.

Os Boeing 777-300ER têm capacidade para transportar 225 passageiros em classe económica, 56 em executiva e 12 em primeira classe, possibilitando o acesso a telemóvel e internet a bordo.

Desde 2006 que a companhia nacional de bandeira potencia a sua capacidade de operação com aquisição de aviões de nova geração. Logo naquele ano, a TAAG reforçou a sua frota com cinco aeronaves Boeing, duas 777-200 Ng (Neuxt Generation) e três 737-700 ER (Extended Range).

Na altura, a referida aquisição foi orçada em cerca de 990 milhões USD, dos quais 250 milhões corresponderam a uma operação de dívida pública sindicada pelo BAI, BFA e BESA. Parte dos títulos correspondentes a estes valores foram depois repassados à banca estrangeira.

Para tornar a companhia mais competitiva depois de um longo período de ‘travessia no deserto’, com processo de refundação, o Executivo angolano dotou a TAAG de uma pareceria estratégica de cinco anos com companhia aérea Fly Emirates (dos Emirados Arábes Unidos), líder mundial da aviação comercial.

Um dos objectivos do acordo com Grupo Emirates é ajudar a companhia nacional a reverter, até 2019, os prejuízos estimados em 99 milhões USD (cerca de nove triliões e 900 biliões de Kz) de 2014.

Por força deste acordo, o novo Conselho de Administração da TAAG passou para o inglês Peter Murray Hill, em substituição do angolano Carlos Teixeira da Cunha.

O contrato de cooperação assenta também na reestruturação financeira da empresa, com a facturação anual passar de 700 milhões USD, em 2014, para 2,3 mil milhões USD até ao final do acordo.

A luz do acordo estratégico, o Executivo almeja que dentro do período vigente, resultados operacionais positivos de 100 milhões de USD (cerca de 10 triliões de Kz).

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