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Investimento contínuo para manter-se entre os líderes

Produção de diamantes

Artur Jorge Gonçalves, presidente do Conselho de Gerência da Sociedade Mineira do Cuango, revela os planos da empresa.

Que balanço se pode fazer da actividade da Sociedade Mineira do Cuango nos últimos anos?

A Sociedade Mineira do Cuango é uma sociedade constituída a 19 de Setembro de 2003 e de lá para cá temos desenvolvido a nossa actividade numa área de 3 mil km2. Desde o início da nossa exploração, produzimos mais de 2 milhões de quilates, estando actualmente com uma produção média a rondar os 400 mil quilates por mês. O ano de 2015 em termos de produção e receitas foi melhor que 2014, porém os nossos custos foram superiores o que influenciou de forma significativa os nossos resultados, mas, de forma geral, tivemos um balanço positivo.

Pode adiantar estes valores em números reais?

Produzimos basicamente as mesmas quantidades. Tivemos variação nas receitas e resultados. As receitas foram superiores a 2014, mas os custos de 2015 foram, de longe, superior que o período homólogo. Por um lado porque começamos a ter a depreciação do kwanza o que encareceu muitos produtos. Houve também a subida do preço do combustível que mexe significativamente com os nossos custos. Tudo isso mexeu com os nossos dividendos, o que nos salvou foi termos tido um ano muito positivo em termos de receitas.

Qual foi o valor das receitas e do custo de produção?

De uma forma geral, posso dizer que as nossas receitas ascendem aos 90 milhões de dólares e os nossos custos são significativos, temos margens de lucros a rondar os 10%, 12% e, no máximo os 15%. Isso implica dizer que os nossos custos andam à volta dos 70 e 80 milhões de dólares.

Leia mais na edição 25 da revista Rumo

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