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O FMI está em Angola para reuniões até 14 de Junho

O FMI estará em Angola até 14 de Junho

Uma equipa do Departamento Africano do Fundo Monetário Internacional (FMI) efectuará, de 1 a 14 de Junho, uma visita de trabalho ao nosso País para dar sequência às discussão sobre os moldes do apoio à agenda de diversificação da economia angolana. A informação consta de um comunicado do Gabinete de Comunicação Institucional do Ministério das Finanças enviado hoje à revista Rumo.

As negociações iniciais entre o governo e a equipe do FMI centraram-se na discussão dos recentes desenvolvimentos económicos, fiscais, monetários e cambial no País, bem como a avaliação das reformas que o governo tem vindo a implementar, sobretudo, no domínio fiscal, visando a manutenção da estabilidade macroeconómica e financeira, o estímulo do potencial económico do sector privado com vista a reduzir a dependência do sector petrolífero, bem como a reforma tributária voltada à simplificação do sistema fiscal, o alargamento da base tributária e a redução da evasão fiscal.

A agenda da missão, liderada por Ricardo Veloso, chefe da divisão do FMI para Angola, prevê múltiplas reuniões com responsáveis dos Ministérios das Finanças, da Economia, do Planeamento e Desenvolvimento Territorial, do Comércio, Deputados 5ª Comissão da Assembleia Nacional para Economia e Finanças, Banco Nacional de Angola (BNA), da Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) bancos públicos e privados.

Angola é membro activo do FMI desde 1989 e, nos últimos anos, tem vindo a cimentar a sua relação com vista a promoção do crescimento económico. É no quadro do seu estatuto que Angola tem vindo a beneficiar o máximo das oportunidades de assistência técnica do FMI para elevar a capacidade das instituições responsáveis na condução da política económica.

Recorde-se que o FMI mantém relações com os seus membros e que se consubstanciam no apoio financeiro, assistência técnica ou consultas anuais. Angola tem em alto nível qualitativo a assistência técnica (a mais activa na África Austral) e as consultas anuais.

Em 2009, com a crise provocada pela queda do preço do petróleo, o País beneficiou do apoio do FMI mediante um standby arrangement, programa concluído com sucesso, o que lhe permitiu reforçar as relações de cooperação, e maior acesso aos instrumentos de assistência técnica com propósito de elevar a capacidade institucional em matéria da qualidade de condução da política económica.

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