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Angola LNG retoma carregamento e exportação de gás natural liquefeito

Novo carregamento e exportação de Gás Natural Liquefeito (LNG) ocorreu na manhã de hoje, 6 de Junho, a partir da Planta da Angola LNG, na região petrolífera do Soyo

A Angola LNG realizou hoje de manhã o primeiro carregamento pós-paralisação, a partir da sua Planta na região petrolífera do Soyo, na província do Zaire, segundo um comunicado emitido pelo consórcio. Os futuros carregamentos de LNG serão comercializados a nível global, através de diversos processos de venda, incluindo concursos internacionais. A Angola LNG (ALNG) retomou hoje, segunda-feira, 6, a produção da sua unidade de liquefacção do Soyo, na província do Zaire, no norte do País, depois da paralisação desta unidade registada em Abril de 2014.

O primeiro carregamento de gás natural liquefeito (LNG) pós-paralisação foi concluído no Soyo e será comercializado no âmbito de um concurso de venda internacional, segundo um comunicado emitido pelo consórcio.

A produção está em curso e a ALNG espera realizar novos carregamentos de LNG e de GPL (gás de petróleo liquefeito) no âmbito do processo de testes e de rearranque da unidade. A entrega formal da unidade pelo empreiteiro geral, Bechtel, e a sua exploração comercial ocorrerão como previsto, no termo da paralisação programada.

Artur Pereira, presidente executivo da Angola LNG Marketing, comentou a propósito que “a Angola LNG está satisfeita com o retomar da produção. O mercado mudou muito enquanto a nossa unidade esteve paralisada, mas estamos satisfeitos porque estamos a conseguir entregar LNG de Angola em todo o mundo e a assumir o nosso lugar enquanto fornecedor fiável e seguro no mercado mundial de LNG”.

Perfil do Angola LNG

Angola é o segundo maior produtor de petróleo na África subsariana. A Angola LNG contribui para o desenvolvimento da indústria nacional de petróleo e gás e para a redução das emissões de gases de estufa, ao criar uma nova fonte de energia limpa.

A missão da Angola LNG é contribuir para a eliminação da queima de gás, fornecer energia limpa e fiável aos clientes e potenciar benefícios económicos a Angola, às comunidades locais e aos seus accionistas.

A Angola LNG irá recolher, processar e comercializar cerca de 5,2 milhões de toneladas LNG por ano, para além de gás natural para uso interno e líquidos (propano, butano e condensados), com a sua unidade no Soyo.

Historicamente, o gás associado à exploração petróleo tem sido queimado ou reinjectado nos reservatórios, pelo que a Angola LNG constitui uma solução para a recolha, processamento e produção de LNG e demais produtos.

No futuro, a Angola LNG poderá assegurar o desenvolvimento de gás não associado, se necessário para suprir o abastecimento de gás associado. A unidade da Angola LNG tem estado paralisada desde a ocorrência de um incidente em Abril de 2014, o qual determinou a necessidade de reparações e modificações de projecto que foram realizadas pelo empreiteiro do Angola LNG, a Bechtel.

Refira-se que a Angola LNG anunciou, recentemente, a assinatura de um Acordo de Venda LNG com a EDF Trading. Os accionistas da Angola LNG Limited são a Sonangol (22,8%), Chevron (36,4%), BP (13,6%), ENI (13,6%), e Total (13,6%).

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