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Merkel continua a mais poderosa

Ranking da Forbes aproxima Hillary Clinton

Angela Merkel foi este ano novamente considerada a mulher mais poderosa do mundo pela revista norte-americana Forbes, embora Hillary Clinton ameace arrebatar-lhe o título em 2017, se ganhar, em Novembro, as eleições presidenciais dos Estados Unidos.

A chanceler alemã lidera há seis anos a lista das 200 mulheres com mais poder em todo o mundo, e a Forbes destaca este ano, entre outros aspectos, a sua decisão de abrir as fronteiras da Alemanha a mais de um milhão de imigrantes sírios e de outros países.

“O seu mais recente acto foi o mais corajoso: exercer o seu poder com a estratégia geopolítica mais curiosa, o humanismo absoluto”, refere a Forbes, antevendo, no entanto, dificuldades para os próximos tempos. “O próximo encontro marcado com as urnas é no Outono de 2017 e as sondagens mostram um eleitorado cansado”, alerta a revista. Segundo a Forbes, a chanceler alemã “conduziu o seu país através de uma recessão, com estímulos e subsídios às empresas e agora a Alemanha tem um superavit orçamental de 12.100 milhões de euros e a nota máxima AAA das agências de notação”.

No segundo lugar, repete-se também este ano Hillary Clinton, e a revista adianta já que, se a pré-candidata democrata vencer as eleições presidenciais de Novembro no seu país, terá todas as condições para liderar a lista do próximo ano.

Completa o pódio a presidente da Reserva Federal, Janet Yellen, que sobe um lugar em relação ao ano passado entre as mulheres mais poderosas do mundo e que a revista define como a pessoa “mais influente” nos mercados mundiais.

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