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Accionista do BPI defende fusão do BFA e da CGD em Angola

Tiago Violas acredita que suspensão de OPA dos catalães e fusão do BFA com o banco da CGD em Angola poderá resolver exposição do BPI

A Holding Violas Ferreira, o maior accionista de capital português do BPI, defende a fusão entre o Banco de Fomento de Angola e o Banco Caixa Geral de Angola como solução para a forte exposição do BPI ao País. A proposta já foi apresentada a Isabel dos Santos e ao CaixaBank, mas tem uma contrapartida: que os catalães retirem a sua oferta de aquisição, que irá a Assembleia Geral de Accionistas no próximo dia 22 de Julho, quarta-feira.

“Há um aproveitamento do CaixaBank para controlar o BPI a desconto”, refere Tiago Violas Ferreira ao “Jornal de Negócios”, que avança a história esta quarta-feira. O accionista afirma ainda que esta solução “permite manter as coisas como elas estão”, acrescentando “valor em vez de destruir valor como a OPA”.

O descontentamento em relação à OPA dos catalães não é recente, com o accionista a considerar os 1,113 euros por acção um valor demasiado baixo para o valor do banco. E, apesar de ter sido a OPA a responsável pela suspensão da contraordenação do BCE por não ter sido cumprido o prazo limite para se encontrar uma solução para Angola, Tiago Violas acredita que uma alternativa será bem aceite pelo banco central.

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