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Shinzo Abe pede redução de burocracia entre relações comerciais África-Japão

Durante a segunda Sessão Plenária da Sexta Conferência Internacional de Tóquio sobre o Desenvolvimento Africano, a 28 deste mês, que decorreu na capital do Quénia, primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, afirmou que os pontos fortes das empresas japonesas como alto grau de qualidade do produto e capacidade de desenvolver recursos humanos qualificados através da formação profissional podem contribuir para resolução das questões de desenvolvimento africano
.
Entretanto, Shinzo Abe, sublinhou a necessidade de haver o bom fluxo para dentro e fora de pessoas e bens, convista eliminar o excesso de regulamentação e avançar no desenvolvimento do quadro legal necessário e assegurando o seu uso constante. “O Japão não vai poupar esforços em fornecer a cooperação necessária para tornar isso uma realidade.”

Foi enfatizado, a promoção de acordos fiscais com países individuais a partir da perspectiva de promover ainda mais o investimento bilateral e os intercâmbios económicos com os países africanos.

O dignitário realçou a importância passar a utilizar métodos mais eficazes. “Ao invés de realizar debates com os países africanos individuais como fizemos no passado, vamos envolver-se em discussões sobre planos, políticas e medidas que contribuirão para o desenvolvimento económico regional mais ampla, levando a actividades de negócios cada vez mais vibrantes e investimentos de empresas japonesas.”

Além disso, será lançado “Fórum Económico Japão-África Público e Privado”, onde representantes ministeriais japoneses e altos executivos de importantes associações empresariais e empresas irão visitar a África uma vez a cada três anos para se reunir com os seus homólogos, para identificar problemas do ponto de vista dos negócios reunindo o poder dos sectores público e privado, de modos permitir que as empresas japonesas e africanas para fazerem mais negócios.

A parceria entre Japão e países africanos culminou também em acordos de investimentos não só com o Quénia mas recentemente chegou-se a um acordo com a Costa do Marfim para lançar negociações sobre acordos bilaterais de investimento.

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