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Programa “Feito em Angola” quer alcançar mais empresas até ao fim de 2016

Actualmente com 90 empresas associadas, entre micro, pequenas e médias empresas, coordenadora da iniciativa, Ana Celeste avançou que a meta é atingir 100 empresas até ao fim de 2016.

De acordo Angop, o programa que visa dinamização das micro, pequenas e médias empresas, promoção do empreendedorismo, criação de empregos e combate à pobreza, através do fomento dos produtos e serviços produzidos em território nacional, detém representação em Luanda, Cabinda, Uíge e Zaire. Entretanto, outras províncias irão beneficiar da iniciativa.

“Estamos a criar um grupo de apoio para atender as províncias com uma massa considerável de empresas, como Benguela, Huíla e Namibe, onde pretendemos angariar novas empresas e integrá-las ao programa”, afirmou Ana Celeste.

Apesar do número de candidaturas crescerem, algumas são revogadas por não reunirem requisitos. “Para um produto ser admitido ao programa precisa ter um Valor Acrescentado Nacional de pelo menos 50 porcento. Algumas empresas importam produtos e embalam no território nacional, então, estes produtos não podem ser considerados nacionais, ou melhor não são feitos em Angola”, pontualizou.

Quanto a aceitação dos produtos “Feitos em Angola” por parte dos consumidores nacionais, disse que grande parte das famílias angolanas têm “a sua mesa”, vários produtos com a marca nacional, sobretudo neste momento em que o país procura diversificar a economia, para reduzir os níveis de importação.

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