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Angola participa na Conferência sobre o Nosso Oceano nos EUA

Durante dois dias, membros de Governos ou seus representantes, cientistas, líderes empresariais, ONGs, jovens, sociedade civil, filantrópicos e académicos, debatem questões-chave para o mar do nosso tempo, incluindo as áreas marinhas protegidas, a pesca sustentável, a poluição marinha, e os impactos relacionados com o clima no oceano.

Angola participa de 15 a 16 deste mês, em Washington, na terceira Conferência Internacional sobre o Nosso Oceano, sediada por John Kerry, secretário de Estado dos EUA. A notícia foi avançada pela Angop.

Durante dois dias, membros de Governos ou seus representantes, cientistas, líderes empresariais, ONGs, jovens, sociedade civil, filantrópicos e académicos, debatem questões-chave para o mar do nosso tempo, incluindo as áreas marinhas protegidas, a pesca sustentável, a poluição marinha, e os impactos relacionados com o clima no oceano.

O evento deste ano, que se realiza sob o lema “Nosso Oceano, Um Futuro”, realiza-se no Departamento de Estado dos Estados Unidos e tem como base os compromissos internacionais para proteger o oceano, assumidos nas duas conferências anteriores, em parceria com a Universidade americana de Georgetown para envolver a próxima geração de líderes mundiais sobre o oceano.

Segundo a directora do Gabinete de Estudo Planeamento e Estatística do Ministério do Ambiente, Kâmia de Carvalho, o evento constitui um exercício de extrema importância, para a abordagem de questões ligadas ao processo das alterações climáticas e das conquistas feitas em 2015, durante o Acordo de Paris aprovado por 195 países num evento que decorreu de 30 de Novembro a 12 de Dezembro de 2015.

Fez saber que em termos de conservação ambiental, Angola teve uma protecção de áreas terrestres de 5 a 13 porcento, referindo que hoje o país possui uma conservação da nossa área terrestre com os parques nacionais legalmente constituídos, o que significa um grande avanço desde a instituição do Ministério do Ambiente em 2008.

Deu a conhecer que a conservação da costa angolana e das zonas marinhas é igualmente uma prioridade do Ministério do Ambiente, que está a efectuar estudos para que surjam programas específicos e os referidos projectos. A medida que o nosso país cria o seu quadro legal é muito importante que seja criada a capacidade para dar a resposta necessária e adequada.

“Esta conferência representa uma grande oportunidade de trabalho em rede e aprendizado com outros países, que têm grandes desafios e poucos recursos e acreditamos que neste fórum, onde participam grandes agências internacionais como o Fundo Global do Ambiente (GEF), aprenderemos mais sobre a modalidade de cooperação mútua, o que é benéfico para nós”, concluiu Kâmia de Carvalho.

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