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“O mais desafiante para a banca continua a ser o risco de crédito”

As lições das crises financeiras e a importância das tecnologias na gestão do risco bancário. A relação entre a equipa de gestão de risco e os órgãos de decisão das instituições bancárias. Alguns dos temas da entrevista com a Risk officer.

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A capa da nova edição da Revista Rumo é Lília Rangel, Directora da Área de Risco do Banco BIC Angola desde Novembro 2015. A entrevistada debruçou sobre a matéria pelo qual domina, risco bancário.

As lições das crises financeiras e a importância das tecnologias na gestão do risco bancário,  a relação entre a equipa de gestão de risco e os órgãos de decisão das instituições bancárias são alguns dos temas da entrevista.

Sobre o período que a banca angolana atravessa pelo facto do Banco Central Europeu e da Reserva Federal dos EUA considerarem Angola “um país de alto risco”, Lília Rangel revela que tem sido uma preocupação constante da supervisão bancária o desenvolvimento de estruturas definidas e adequadas para gerir riscos, como resultado das exigências da comunidade internacional, que tem como objectivo melhorar a solidez do sistema financeiro mundial.

“A actividade bancária pela sua natureza específica implica a exposição da instituição a diversos tipos de riscos, e o ponto de partida para uma gestão eficaz de riscos é a existência de uma estrutura de controlo interno adequada a dimensão e complexidade da actividade do Banco, tendo em consideração a natureza e especificidade dos riscos que a mesma assume ou pretende assumir”, acrescenta.

Leia mais, na edição de Outubro, já nas bancas.

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