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A poderosa dimensão emocional de um negócio

Desde que nos conseguimos lembrar, a inovação tem sido uma das principais prioridades – e uma das principais frustrações – dos líderes empresariais

Uma recente sondagem da McKinsey, 84% dos executivos globais relataram que a inovação era extremamente importante para as suas estratégias de crescimento, mas uns surpreendentes 94% não estavam satisfeitos com o desempenho das suas organizações nesse aspecto. A maioria das pessoas também concordaria que a maior parte das inovações não chega a cumprir as suas ambições. Teoricamente, isto não faz sentido. As empresas nunca souberam tanto acerca dos seus clientes como agora. Graças à revolução dos grandes dados, as empresas coligem e analisam uma enorme variedade e volume de informações sobre os clientes e com uma rapidez sem precedentes. Muitas estabeleceram processos de inovação estruturados e contrataram profissionais altamente talentosos para os gerirem. Porém, para a maioria delas, a inovação continua a ter um resultado dolorosamente aleatório.

O que correu mal?

O problema fundamental é que a maior parte das massas de dados de clientes que as organizações criam estão concebidas para mostrar correlações: este cliente é parecido com aquele ou 68% dos clientes afirmam preferir a versão A à versão B. Embora seja empolgante descobrir os padrões que os números revelam, isso não significa que uma coisa, de facto, cause a outra.

Após décadas a ver as grandes empresas fracassarem, chegámos à conclusão de que o foco na correlação — e em saber cada vez mais acerca dos clientes — está a conduzi–las na direcção errada.

Leia mais, na edição do corrente mês, já nas bancas. 

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