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Exposição António Ole

O Centro de Arte Moderna da Fundação Gulbenkian, em Lisboa, acolhe, até 9 de Janeiro de 2017, a retrospectiva de António Ole, um dos maiores nomes da arte angolana.

A exposição pretende levar-nos por um caminho onde não existem limites geográficos – como indica o título da exposição, Luanda, Los Angeles, Lisboa–, mas marcado por um tema recorrente: o africanismo, sempre com uma ideia de reflexão social. “Não há desenvolvimento sem cultura em paralelo”, diz António Ole à Rumo.

As três cidades que dão nome à retrospectiva foram determinantes no percurso artístico de António Ole. Primeiro Luanda, “a cidade onde nasci e onde vivo”.

Depois Lisboa e Portugal, uma ligação de sangue através dos avós paternos. E finalmente Los Angeles, onde um dia rumou para estudar cinema, ele que foi um dos pioneiros da Sétima Arte em Angola. Curiosamente, o cinema, actividade hoje posta – temporariamente – de parte, foi onde teve formação de facto. O resto, a pintura, a colagem, a fotografia, aprendeu “nos museus, nas galerias de arte”, como faz questão de contar.

A retrospectiva que pode agora ser vista em Lisboa, com o alto patrocínio do Banco Privado Atlântico Europa (a festejar o sétimo aniversário), é a terceira de uma carreira que em 2017 completará meio século e que cruza os vários estilos e géneros de que é feita a obra de António Ole, das pinturas às colagens, das instalações aos filmes, que serão exibidos non-stop durante a exposição.

Saiba mais, nesta edição de Outubro, já nas bancas. 

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