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Jornalistas africanos criam rede defensora do clima

RAJCA reúne mais de 70 jornalistas, que representam 40 países e os meios de comunicação mais importantes do continente africano. O objectivo desta rede é acompanhar a COP22 e as questões ambientais em África.

No âmbito da 22ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP22), realizada de 7 a 18 de Novembro em Marraquexe, foi criada a Rede Africana de Jornalistas Vanguardistas Climáticos (abreviatura em francês RAJCA).

Esta rede reúne mais de 70 jornalistas, que representam 40 países e os meios de comunicação mais importantes do continente africano. O objectivo desta rede é acompanhar a COP22 e as questões ambientais em África.

Esta iniciativa deverá conduzir a uma melhor avaliação das decisões tomadas pelos Chefes de Estado e de Governo presentes em Marraquexe durante a COP22.
Entre outros, os principais objectivos da rede é “divulgar e promover toda a informação relevante para o cumprimento das promessas”, bem como produzir “relatórios e artigos para dar a conhecer os problemas, mas também para destacar as iniciativas que se enquadram no âmbito do desenvolvimento sustentável”.
A mobilização de jornalistas africanos, presentes e ausentes na COP22, para se concentrarem mais nas questões relacionadas com as alterações climáticas, tais como adaptação, mitigação, segurança alimentar, questões de água é outra das missões da rede e ainda a promoção da reflexão e intercâmbio sobre questões ambientais.

Com a primeira assembleia geral marcada para o primeiro trimestre de 2017 a rede conta com um escritório provisório em Marrocos. A Rede Africana de Jornalistas Vanguardistas Climáticos está aberta a todos os jornalistas que desejem contribuir para uma melhor divulgação da informação ambiental e conta com uma direcção provisória, cujo presidente é o jornalista senegalês Abdoulaye Thiam.

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