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Isto não são relógios. São obras de arte da Cartier

Tradição relojoeira e tecnologia de ponta produzem peças que vão para além da contagem do tempo.

Na arte do tempo, já vai longa a história da Cartier. Trajecto que começou em meados do século XIX, sempre pautado pela inovação, luxo e requinte.

Em pleno século XXI, a casa relojoeira segue a sua melhor tradição e cria movimentos com soluções e materiais inovadores, que dão origem a peças com tão distintas como turbilhões, calendários perpétuos, horas saltantes, cronógrafos, múltiplos fusos horários, relógios misteriosos ou calendários anuais.
Calibres de excepção, que dão vida a verdadeiras criações artísticas envoltas em gemas raras e diamantes, que se declinam em estéticas onde o famoso bestiário Cartier está presente.

Em 2016, a casa relojoeira apostou numa nova colecção de relojoaria dedicada exclusivamente a pulsos masculinos.

Driveé o nome desta nova linha que bebeu inspiração no universo automóvel vintage, inspiração bem visível na decoração guilloché do mostrador que relembra as antigas grelhas de um radiador ou na coroa a lembrar os parafusos automóveis.

A audácia e liberdade criativa da marca presenteia-nos com pequenas maravilhas da técnica e da arte. Exemplo disso é o modelo Crash Esqueleto, que, mais do que um relógio, é um escultor de silhuetas. Ou ainda o modelo Hypnose, que arrasta o tempo Cartier para uma espiral infinita.

Por Fernanda Mira

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