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Um dos principais projectos que deixo a funcionar é o do sector da aviação”

Na hora da partida para a sua primeira experiência internacional, Ivanilson Machado faz o balanço do período em que esteve na direcção da Pumangol Industrial.

A capa da nova edição da Revista Rumo é Ivanilson Machado, recente nomeado ao cargo de country general manager em Moçambique da Puma Energy. Em entrevista, revelou os novos desafios apresentados como também as particularidades do mercado de Moçambique que se podem destacar quando comparado com o mercado angolano.

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Conheça um excerto da entrevista:

Foi recentemente nomeado country general manager em Moçambique da Puma Energy. Quais os desafios que lhe foram apresentados?

Como deve saber, o mercado moçambicano é muito diferente do angolano e a Puma Energy fez igualmente investimentos de grande dimensão em Moçambique.
Obviamente que neste momento o grande desafio é aumentar o volume de vendas. Fizeram-se investimentos consideráveis, estamos a falar de cerca de 300 milhões de dólares, distribuídos entre terminais e bombas de combustível, e o que se pretende é um pull upnaquilo que é a estratégia de comercialização, para aumentar a visibilidade da Puma localmente e, consequentemente, aumentar também os volumes e market share.

E já tem noção dos números actuais?

Tenho uma noção, pois já estive lá e tenho acompanhado o negócio. A nossa fatia de mercado está em cerca de 20%. O mercado é muito mais competitivo que o nosso, há muito mais players. Em Angola, o mercado resume-se à Sonangol, à Pumangol e à Sonangalp, por enquanto. [Risos] Em Moçambique temos a empresa de bandeira Petromoc, a Total, a Engen, a Sasol, a Galp e temos ainda uma joint-ventureentre a Petromoc e a Sasol. O mercado é, portanto, muito mais competitivo, e desta forma qualquer metro cúbico que se ganhe nas vendas é resultado de muito trabalho.

Leia mais, na edição de Novembro, já nas bancas.

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