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Internet, a próxima revolução industrial

Calcula-se que em 2020 mais de 30 mil milhões de aparelhos estejam ligados à rede, num mercado que, dizem os especialistas,movimentará quase seis biliões de dólares. O verdadeiro alcance da Internet das coisas é ainda uma incógnita, mas uma coisa é certa: a nossa vida não será a mesma.

De uma maneira ou de outra, já todos ouvimos falar da Internet das coisas (IoT na adoptada sigla em inglês, de Internet of Things), mesmo que (ainda) não sejamos capazes de apreender do que estamos realmente a falar. A ideia subjacente à Internet das coisas é a criação de uma casa, de um lar, de uma cidade, onde tudo está ligado à rede.

E tudo significa não só o habitual computador, televisão ou smartphone, mas também o frigorífico, as máquinas de lavar, o ar condicionado, a iluminação, até a torradeira, que comunicarão consigo – e entre si – para permitir um controlo energético e funcional mais eficiente e, em teoria, mais sustentável. Tudo isto pode parecer ficção científica, quanto muito wishful thinking,mas é já uma realidade, mesmo que ainda esteja na ‘infância’. Onde os avanços já são consideráveis é nos pequenos dispositivos, como termóstatos, fechaduras electrónicas, câmaras de segurança e vários tipos de sensores.

Um dos grandes e públicos exemplos foi dado o ano passado, na Expo Milão, que era na realidade uma pequena cidade inteligente controlada, se fosse preciso, por um simples smartphone, desde a iluminação ao ar condicionado, dos fogões eléctricos dos restaurantes ao abrir e fechar das cortinas.

Numa espécie de admirável mundo novo, pelo menos em teoria, a IoT prepara-se para transformar a maneira como vivemos, trabalhamos e interagimos uns com os outros num verdadeiro ecossistema, que juntará humanos e máquinas.

Saiba mais, na nova edição da Revista Rumo, já nas bancas.

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