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EasyJet quer que um em cada cinco pilotos seja mulher em 2020

Actualmente, a companhia low cost conta com 164 mulheres-piloto, o que representa 6% do quadro, das quais 62 são comandantes.

A companhia aérea inglesa EasyJet quer aumentar o número de pilotos do sexo feminino para chegar a 2020 com uma mulher em cada cinco pilotos, anunciou a presidente executiva, Carolyn McCall. Numa cerimónia de homenagem a Amy Johnson, uma das primeiras mulheres a pilotar um avião, que bateu vários recordes de voo nos anos 30, Carolyn McCall fixou como objectivo ter “20% de mulheres-piloto em 2020”.

“Há cerca de 50 anos, quase todas as profissões eram dominadas por homens, e nas últimas cinco décadas fizeram-se progressos em quase todos os sectores, com mulheres a exercerem cargos de chefia na medicina, educação, finanças e na política”, declarou a presidente executiva da EasyJet. No entanto, acrescentou, “pouco mudou na proporção de mulheres-piloto”, realçando que a companhia britânica está empenhada em mudar essa situação. Segundo a EasyJet, o número de mulheres admitidas na companhia low cost aumentou para 6%, o que permitiu duplicar a proporção de novos pilotos do sexo feminino para 12%, através da campanha de recrutamento Amy Johnson, lançada em 2015. “Tendo alcançado o primeiro objectivo, avançamos para um objectivo novo”, afirmou.

Actualmente, a EasyJet conta com 164 mulheres-piloto, que são 6% do quadro, das quais 62 são comandantes, divulgou a transportadora que é liderada por uma mulher.

Por Dinheiro Vivo 

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