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Mais uma edição, mais um ano. Mas…

Melhor ou pior, mais ou menos desafiante, satisfatório ou nem por isso?

Algumas das perguntas que se impõem nesta edição da revista Rumo de 2016 e primeira de 2017 (excepcionalmente esta edição corresponderá a dois meses) e que se terão apoderado também dos diferentes agentes económicos, por força do balanço imposto pelo final de mais um ano. Independentemente das respostas que se possam encontrar internamente, estas ganham ou devem ganhar sempre mais sentido e satisfação no seio das organizações se as dos beneficiários dos respectivos serviços e ou produtos manifestarem satisfação pelos mesmos. Ou seja, por mais que sejam satisfatórios os ganhos financeiros e ou de processos, estes têm mais razões de serem comemorados se estiverem em linha com a satisfação dos clientes. No nosso caso, dos leitores e anunciantes.

O feedback é satisfatório apesar de alguns “mas…”. Estes, entretanto, passam a merecer mais atenção da nossa parte, mas de maneira proporcional à necessidade de salvaguardar as conquistas, pois perder estas pode ser mais perigoso do que continuar com os “mas…”, sobretudo porque a ausência absoluta dos “mas…” pode representar um mal maior. Reduzir deve ser o objectivo.

A perfeita combinação da redução entre “mas…” e a perfeição das conquistas garantem, de certeza, a longevidade dos projectos e a revista Rumoreassume o interesse e objectivo de ser um projecto para hoje, amanhã e sempre…! Direccionado para os negócios, gestores, talentos e com o foco para a business intelligence.

Na presente edição destacamos um rosto incontornável da auditoria e consultoria no País, Rui Santos Silva, country managing partnerda Deloitte.
Nesta que é uma das poucas entrevista que concede, Rui Silva deixa-se levar pela onda dos balanços. Fala não apenas de 2016, mas dos sete anos de presença em Angola. Sobre questões pessoais e profissionais. Dos 11 anos de Banca em Análisee dos cinco do Prémio Sírius.

Quem também embarca na onda do balanço é o presidente da Associação Nacional do Ensino Particular, António Pacavira. No caso, fala dos 25 anos do ensino particular. Do crescimento e desenvolvimento do negócio do ensino não universitário. Outros temas tornam interessante a nossa 32.ª edição, mas (e sempre o ‘mas…’), sendo a última de 2016, com satisfação as substituímos, neste espaço, pelos agradecimentos aos nossos leitores e parceiros pela confiança. Acreditando que a situação económica do País tenha aumentado os “mas” nos diversos desafios, seguem-se votos de um 2017 melhor.

Por César Silveira

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