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Angola deixa de exportar rochas em bruto no próximo mês

O vice-governador do Namibe para a Esfera Económica, Alcides Cabral, afirmou que as unidades de corte e polimento agregam valor acrescentado aos produtos, que passam a ser exportados como bens acabados e por valores mais elevados, o que tende a trazer novos equilíbrios para a balança de pagamentos e a captação de divisas no estrangeiro.

Angola deixa de exportar rochas ornamentais em bruto em Julho, a partida do funcionamento de duas grandes unidades de corte e polimento de mármore e granito na província do Namibe, noticiou o Jornal de Angola.

O vice-governador do Namibe para a Esfera Económica, Alcides Cabral, afirmou ao programa Azimute, na Rádio Nacional de Angola, que as unidades de corte e polimento agregam valor acrescentado aos produtos, que passam a ser exportados como bens acabados e por valores mais elevados, o que tende a trazer novos equilíbrios para a balança de pagamentos e a captação de divisas no estrangeiro.

“Se não acabarmos, pelo menos vamos reduzir a exportação do nosso granito e do nosso mármore como matéria-prima em blocos e passarmos a exportar como materiais de construção ou como produtos semi-acabados para aplicação na construção civil, nas obras públicas e para outros fins, para os quais se destinam”, afirmou o dirigente.

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