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Jovens engenheiros pagos para não fazerem “quase” nada

Nova prática empresarial garante salários de sonho a jovens engenheiros a troco de disponibilidade e lealdade – chama-se “rest and vest”

Tal como os clubes de futebol não querem perder os melhores jogadores para os rivais, as grandes empresas tecnológicas fazem de tudo para evitar a fuga de talentos. E isso criou uma nova tendência no mercado de trabalho: jovens (maioritariamente engenheiros) recebem salários invejáveis a troco de muito pouco trabalho.

“Rest and vest” é o nome desta prática, cada vez mais usada sobretudo em Silicon Valley, nos EUA, onde estão sediadas algumas das maiores tecnológicas do mundo, como a Google, o Facebook, a Apple e a Intel. O que se espera destes jovens talentos é disponibilidade máxima e lealdade para com a empresa. Ou seja, até que o projecto que têm entre mãos atinja o seu máximo potencial, eles não terão mais nada a ocupar-lhes o tempo – e a cabeça.

É a melhor forma dos chamados “coasters” se tornarem praticamente ‘imunes’ às investidas dos rivais, que os querem contratar. Gigantes como a Google ou o Facebook são exemplos das empresas que mais apostam neste modelo de gestão, que se revela de diferentes modos. Outro exemplo: ao identificarem uma start-uppromissora, pagam aos anteriores proprietários salários generosos para que fiquem em casa ou a ‘passear’ pelo escritório enquanto vêem a empresa crescer com a entrada de novos investidores. O dia-a-dia de um “coaster”

São poucos os que gostam de ser associados Gigantes como a Google ou o Facebook são exemplos das empresas que mais apostam neste modelo de gestão, que se revela de diferentes modos.

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