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Angola eleita pela segunda vez membro do conselho de Direitos Humanos pelas Nações Unidas

Angola foi eleita ontem, em Nova Iorque, membro do Conselho de Direitos Humanos (CDH) das Nações Unidas para um mandato de três anos (2018-2020).

Com mais de 180 votos vindos de 193 países presentes na plenária da Assembleia Geral da ONU, Angola constituiu o segundo melhor resultado entre os 16 candidatos, apenas superado pelo Senegal que conquistou 188 votos.
Os demais países como a República Democrática do Congo (Região Africana), Nigéria, Nepal, Paquistão, Malásia e Qatar (Ásia-Pacífico), Eslováquia e Ucrânia (Europa do Leste), Chile, México e Peru (América Latina e Caraíbas) e Austrália e Espanha (Europa Ocidental e outros Estados). O Afeganistão não conseguiu ser eleito.

Em 2016, Angola representou a sua candidatura, tendo a aprovação da União Africana em Julho durante a cimeira da organização continental.

O embaixador Apolinário Correia que se encontra em Nova Iorque explicou que é mais um desafio que o país assume com o Estado comprometido com a promoção e protecção dos direitos humanos conforme consta do seu compromisso voluntário, apresentado á Assembleia Nacional.
“Depois de cumprir um mandato de dois anos no Conselho de Segurança (2015-2016), Angola alcança mais uma vitória na arena internacional”, disse o diplomata, considerando este resultado como o reconhecimento, pelos demais Estados das melhorias que o país tem vindo a alcançar  em matéria dos direitos humanos.
De acordo com o embaixador, Angola espera assumir o mandato com base na experiência acumulada nas presenças anteriores no CDH, tendo assegurado que durante o seu mandato o país vai focar a sua acção na promoção do direito ao desenvolvimento, para o cumprimento dos direitos económicos, sociais e culturais,  políticos e civis.

 

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