Connect
To Top

Artistas angolanos expõem em França

Quatro obras de arte angolana dos artistas António Ole, Kapela, Pedro Pires e Suekí vão ser representadas, pela primeira vez, na “Feira de Arte AKAA”, em Paris, França, que se realiza de 10 a 12 de Novembro próximo, através da Espaço Luanda Arte (ELA) com um “Projecto Colectivo” de mais de 15 obras.

Trata-se do regresso do ELA à cidade das luzes, onde esteve em Março último, na 19.ª edição da Feira Art Paris Art Fair.
A primeira e única feira de arte em França dedicada à arte contemporânea e ao design do continente africano, a “Feira de Arte AKAA” descobriu instantaneamente o seu público, e registou no ano passado 15 mil visitas entre coleccionadores e amantes de arte.

Nesta edição novos países são representados, entre eles cinco são do continente africano, nomeadamente Angola, Costa do Marfim, Senegal, Tunísia e Uganda, e mais quatro países europeus, Suíça, Bélgica, Espanha e Itália.

Para a organização da “Feira de Arte AKAA’2017”, esta iniciativa representa uma África multifacetada, que vai transcender fronteiras históricas e cuja voz vai ressoar nos quatro cantos do mundo, levada pela visão de cada artista. “AKAA é um projecto colaborativo tornado possível por homens e mulheres que compartilham uma paixão comum: envolver, transmitir, compartilhar e demonstrou que juntar forças e reunir actores importantes da cena artística emergente do continente pode fazer a diferença”.

O director-geral do ELA,  Dominick Maia-Tanner, diz que é com muito prazer e um maior sentido de responsabilidade que irão representar novamente a arte e cultura angolana e o nome do país, pela segunda vez, numa das maiores e mais importantes capitais de arte contemporânea do Mundo – Paris, e pela primeira vez nesta ‘Feira de Arte AKAA’”. Dominick  Maia-Tanner adianta também que o Projecto Colectivo serve para levar a qualidade artística de Angola além-fronteiras e de forma consistente, dado que é a 6.ª Feira Internacional em que o ELA participa, tendo acrescentado que não vai parar por aqui, desde que continuem a surgir os necessários apoios públicos e privados.

 

 

You must be logged in to post a comment Login