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Fundação Sindika Dokolo realiza a I edição do Festival de Música Ancestral Bantu “Muamba”

A Fundação Sindika Dokolo retoma os eventos realizando a I edição do Festival de Música Ancestral Bantu MUAMBA 2017, de 10 a 12 de Novembro

Depois de ter sido realizado, no âmbito da III Trienal de Luanda, o projecto Concertos de Música Angolana entre os meses de Maio, Junho e Julho, cujo termo foi ao 31 de Agosto do corrente ano, a Fundação Sindika Dokolo retoma os eventos realizando a I edição do Festival de Música Ancestral Bantu (MUANBA 2017), de 10 a 12 de Novembro do ano em curso.

O evento terá início às 14 e estender-se-á até às 21 horas e o grupo Jabakana, no palco Kafucolo, será o responsável pela abertura do festival. Kamba Dya Muenho, Makumba Mambo, Lito Graça, Dilangues do Ambaka, Nguami Maka, Brandão Hamalata, Kituxi, M.M Yetu e o Projecto Kutonoka do pianista João Oliveira são os participantes desta I edição do Muamba.

Com a coordenação do artista Jorge Mulumba, farão parte do festival nove bandas de música ancestral, três de fusão, totalizando 12 concertos. Novatos da Ilha e União Elite trarão novamente a mais semba e a rebita ao Palácio de Ferro.

Dos quatro palcos já existentes nas instalações do Palácio de Ferro, nomeadamente “Ngola”, “Axiluanda”, “Bengo” e “Kwanza”, foram acrescidos mais dois (Kafucolo eMabaxa) que estão a ser preparados para a performance dos artistas, bem como para agrado dos apreciadores da música nacional.

A Muamba 2017 é um evento que reunirá música, dança e capoeira, tendo uma periodicidade anual que se pretende também ter o alcance nacional internacional. Um dos objectivos do festival é propor o resgate da expressão da cidadania Bantu, na perspectiva artística.

Além do projecto Concertos de Música Angolana, o Festival de Música Ancestral (MUAMBA) é resultado de várias iniciativas que a Fundação Sindika Dokolo tem vindo a organizar, entre os quais homenagens, concertos com os grupos Kituxi e o Projecto Kutonoka em Luanda e no Porto (Portugal). Insere-se também os projectos paralelos do artista Jorge Mulumba que transcreve literalmente essa filosofia ancestral.

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