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Energia e Agricultura indicados como principal fonte de rendimento em 2018

O indicador, aponta um crescimento para o país, depois da quase recessão de 2016 e do crescimento 1,1 porcento deste ano, resultantes da crise económica que assolou o país.

O indicador, aponta um crescimento para o país, depois da quase recessão de 2016 e do crescimento 1,1 porcento deste ano, resultantes da crise económica que assolou o país.

Em 2018, o sector não petrolífero prevê um crescimento de 4,4 porcento, suportado também pelo desempenho dos sectores da indústria transformadora com 1,8,%, serviços mercantis com 4,3 porcento, construção com 3,1 porcento e extracção de diamantes, minerais metálicos e não metálicos com 4,4%.

Longe do que se constatou em 2017, para 2018, o PIB petrolífero apresenta previsões de crescimento de 6,1 porcento, impulsionado pela entrada em serviço de novos campos petrolíferos.

Além do dinamismo no ramo da agricultura empresarial, com o surgimento de novas explorações e fazendas de média e larga escala, o sector prevê potenciar a agricultura familiar, através do desenvolvimento dos projectos MOSAP II, financiado pelo Banco Mundial, e o SOMAP, financiado pelo FIDA, que será implementado nas províncias do Cuanza Sul, Huíla e Benguela.

Além destes projectos acima citados, está prevista a implementação do projecto de resiliência e recuperação dos agricultores das províncias do Cunene e da Huíla, vítimas da estiagem.

De acordo com as projecções do OGE/2018, a inflação esperada é de 28,70 porcento, contra os 22,9 porcento deste ano (2017).

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