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H&M obrigada a pedir desculpa por camisola “racista”

A polémica estalou de imediato nas redes sociais, com vários utilizadores a considerarem o produto “racista”.

Dinheiro Vivo

Uma camisola verde com capuz e a mensagem “Coolest monkey in the jungle” (o macaco mais fixe da selva) obrigou a cadeia sueca de vestuário H&M a pedir desculpa. O problema? O modelo infantil que vestia a camisola no site da companhia era uma criança negra.

A polémica estalou de imediato nas redes sociais, com vários utilizadores a considerarem a peça de roupa “racista”, e foi de tal forma audível que a sueca Hennes & Mauritz foi obrigada a redigir um pedido de desculpas aos consumidores. “Lamentamos muito que a fotografia tenha sido tirada e estamos arrependidos por aquela impressão.
Não só removemos a imagem dos nossos canais como também eliminámos a peça da nossa oferta a nível global. Vamos investigar por que isto aconteceu para evitar que erros destes se repitam”, declarou a empresa em comunicado. A primeira consequência da polémica teve lugar poucas horas depois. O cantor The Weeknd, um dos rostos mais conhecidos das últimas campanhas publicitárias da H&M, anunciou no Twitter que a sua colaboração com a marca chegou ao fim por se ter sentido “ofendido”.

Outras personalidades, como o jogador de basquetebol e estrela da NBA LeBron James ou o rapper Sean Combs (P. Diddy) também responderam ao anúncio com críticas à H&M. A crise de reputação da H&M surge numa altura já difícil para a empresa sueca, que no final do ano passado registou a maior queda das suas vendas em 16 anos. As ações da cadeia de vestuário caíram mais de 30% em 2017. Na sessão desta terça-feira os títulos da H&M estão a tombar quase 3%.

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